Nada era suficiente.

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A luz do sol não parecia o suficiente,
A luz da lua não parecia brilhar mais.

O oceano já não era tão imenso,
O céu já não parecia mais ser infinito.

Aos poucos cada coisa perdia o seu sentindo,
Aos pouco nada mais tinha o seu brilho.

Aos poucos nada mais tinha graça,
Aos poucos tudo tinha se tornava nada.

O tempo que passava parecia ser inútil,
O tempo que vinha parecia não ser para nada.

Cada coisa que passava,
Cada coisa que vinha,
Nada mais tinha sentido,
Nada mais tinha graça.

Tudo o que conhecia
Se tornava nada,
Todo o que não conhecia
Não tinha importância.

Era sempre apenas mais um dia,
Era sempre mais um momento.
Não tinha sentido, não tinha razão.
Era apenas dias e mais dias.

E a única coisa que espera,
O único momento que importava,
O único brilho que tinha um sentido.

Era apenas aquele pequeno momento,
Apenas a aquele pequeno tempo
Apenas aquele único brilho,
No qual posso estar perto de você,
Aqueles pequenos momentos
Que posso ver o brilho nos teus olhos,
Apenas aqueles pequenos tem importância.
Afesua Kynomatsu 29/03/2011

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