A Casa.

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Estava de férias em uma praia onde a minha família tinha uma casa por muitos anos, minha falecida avó materna morou ali por alguns anos antes de sua morte, eu evitava r para lá após a morte dela, era muito liga a minha avó e aquela casa me trazia as melhores memorias delas, mas também foi lá que a vi pela última vez quando  a doença dela a havia deixado muito debilitada, era a pior lembrança que tinha dela naquela cama quando mal reconhecia as pessoas a sua volta, minha avó havia desenvolvido um tumor no cérebro quando tinha 73 anos de idade em poucos messes a doença a consumiu e os médicos não poderão fazer nada por ela, e ela preferiu passar seus últimos dias em sua casa já que nem um tratamento seria possível para reduzir o tumor.

Então assim que cheguei na casa com minha mãe e minhas tias e agora não sendo mas uma adolescente, evitei aquela casa o máximo que pude, ficava a maior parte do dia na praia em um quiosque de velhos amigos da família, lembro de brincar muito com os filhos dos donos na praia e do cachorros deles sempre correndo atrás de nós, fiquei triste ao saber que  o cachorro havia morrido era um animal velho que morreu enquanto dormiu. Os donos do quiosque diferente de anos atrás não ficavam com ele aberto até altas horas da noite, então neste período eu pegava o meu caro e com minhas primas que tinham sentimentos semelhantes aos meus em relação a casa saiamos para os bares noturnos de uma cidade maior que ficava a menos de uma hora de distancia de onde ficava a casa.

Não iriamos passar muito tempo ali, minha mãe e minha três dias uma delas irmã gemia de minha mãe estavam ali apenas para discutir se iriam ao não vender a casa, o fato era que minguem ia mais para casa pelas lembras ruins de minha vó mas minguem também queria se desfazer da casa pois ela era o maior sonho de realizado de minha vó eu compreendia o que minha mãe e tias sentiam porem minhas primas mais nova achavam aqui irritantes era apenas duas adolescente uma de quinze anos e outra de dezesseis, elas ainda era nova demais quando minha avo adoeceu e não foram levadas a pedido de minha avó para vela as invejo por isto mas como já tinha meus dezenove anos quando ela adoeceu foi considerada adulta o suficiente para superar ver a minha vó daquela jeito.

Bom levava as meninas para elas não dificultarem ainda mais a situação mas ter duas adolescente ao meu lado e ter que vigiar o quando elas bebiam para não ter problemas com minhas tias não me deixava muito tempo para me divertir, ou conhecer pessoas novas ali e eu queria muito me relaxar pois dali algumas semanas começaria meu ultimo ano na faculdade de arquitetura e eu sabia que seria o pior e todos e começar aquele ano relaxada seria maravilhoso, mas nem meu pai nem meus tios quiseram entra naquele problema da casa cada um achou uma ótima desculpa para so irem lá no final de semana então não tinha como jogar para minguem a responsabilidade das duas já que eu era a mais velha entre meus primos, e além delas os outros eram  apenas crianças, e meu irmão que é apenas dois anos mais novo do que eu deve a desculpa de seu filho recém-nascido, e que precisava cuidar da esposa e da criança.

Aquela era a terceira noite nossa ali, resolvi ir para um local diferente que a dona do quiosque me recomentou onde eu poderia ficar um pouco mais tranquila já que era um local voltado para adolescente então a venda de bebidas alcoólicas era proibidas, claro que como qualquer adolescente eles davam um jeito de burlar isto, mas mesmo assim seria mais fácil ficar de olho nelas. Nesta noite era a que eu tinha menos esperanças de encontra alguém novo fosse uma amiga ou amigo fosse um amor, mas as coisas sempre acontecem nas horas mais impróprias.

Eu estava sentada de frente para uma janela que dava vista a praia no final da rua que ficava de frente ao local uma sorveteria discoteca estilo anos cinquenta muitos considerariam coisa de velhos, mas era o local que os adolescentes da cidade mais gostavam. Eu estava tomando um sorvete gigante de 4 bolas de chocolate morangos e cereja e cobertura de doce de leite um prato perfeito para uma criança mas que todo adulto amo mesmo sem admitir, então quando estava dando mais um colherada alguém deu um toque em meu ombro me virei achando que era uma das minha primas querendo me pedir algo.

Quando me virei levei um tempo para reconhecer a pessoa, era o filho da dona do quiosque, levei um bom tempo para reconhece-lo ele era dois anos mais velho do que eu, tinha a pele bronzeada típica de quem vive em uma cidade litorânea e toma sol todos os dias, músculos definidos e um belíssimos par de olhos verdes, eu não me lembrava dele ser tão bonito assim, estava vestindo calças e uma camisa social um terno pendurado nas costa e uma gravata frouxa no pesco me lembrei que no ultimo ano que estive lá ele estava fora entrada em uma excelente faculdade de advocacia, provavelmente já havia terminado seus estudo  e estava agora trabalhando na área.

-Veja só quem eu encontro aqui a pequena Jesse, achei que nunca mais a veria por aqui, pensei que sua família já tivesse vendido a casa. – A voz deles era em reconhecível suave e melosa, por algum motivo fiquei vermelha e sem graça, por que tinha que encontrar ele justa naquela soverteria e não no bar que fui nas noites anteriores? Ele se sentou na minha frente sem perguntar se podia, exibiu um belo sorriso e continuou. -Eu moro agora no prédio ao lado deste aqui trabalho algumas ruas a frente em um escritório de advocacia, como não herdei os dotes culinários de meus pais venho todas as noites aqui jantar, e realmente não esperava um dia te reencontrar e muito menos neste lugar.

Fiquei observando a beleza dele por algumas segundos sentindo o meu rosto corar então comi mais um pouco do meu sorvete aproveitando que a garçonete foi ver o que ele iria pedir, me deu tempo para relaxar e poder iniciar uma conversa adulta com ele e forma agradável, na verdade conversamos por varias horas só me dei conta disto quando uma de minhas tias ligou em meu telefone preocupada pois já estava muito tarde eu não voltava com as meninas, tinha me esquecido completamente das minhas primas, então quando vi na tela do telefone quem me ligava olhei par atrás na mesma hora e vi as duas em uma mesa do outro lado, olhando para mim com um lardo sorriso no rosto, meu velho amigo olhou para elas lhe contei por que estava ali, e ele disse que nos veríamos no dia seguinte.

Durante o resto daquela semana fui com minha primas para aquela sorveteria todas as noites, e ele aparecia lá mais cedo do que no primeiro dia, no final de semana ela foi para a casa dos pais e passamos o dia todo juntos na praia sem a minhas primas e que agora estavam com os nosso pais que haviam chegado ali, ele me levou para a nascente de um rio que ficava próximo do quiosque onde nos brincávamos com nosso irmãos na infância, agora havia uma cercado em torno da nascente e uma bica natural para proteger a água, um pouco a frente fora construída um praça com muitas flores e bancos separados por arbusto, local perfeito para casais.

E foi em um destes bancos que demos as nossas mãos e sem precisa falar o que estávamos sentindo um pelo o outro temos nosso primeiro beijos e começamos a namorar, mesmo sabendo que no dia seguinte eu teria que partir e que nos veríamos apenas nos finais de semana, não tive medo de iniciar aquele relacionamento, e quando terminei minha faculdade procurei um emprego na mesma cidade onde ele morava, e aquela casa que evitei por vários anos e que minha mãe e minha tias não tiveram coragem de vender se tornou o meu novo lar, com o amor de minha vida.

photo of house near beach
Foto por Muffin em Pexels.com

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