A bebê

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Eu estava solteira a alguns anos, dês o meu último relacionamento que havia durado alguns messes, fui um termino simples nosso relacionamento simplesmente se desgastou não tínhamos mais vontade de ficarmos juntos e cada um seguiu o seu caminho, não fiquei mal por conta disto na verdade quando nos finalmente aceitamos  que tinha acabado eu me sentir melhor, me sentir livre, e seguir a minha vida o meu trabalho os meus estudos, aluguei um apartamento e o deixei como queria, eu estava bem e feliz, não tinha presa nem a necessidade de encontrar alguém.

Mas as pessoas a nossa volta por mais que nos falamos que estamos bem elas se incomodam quando estamos bem sozinhos, todos a minha volta viviam a me perguntar se eu não estava sentindo falta de alguém ao meu lado, ou de fazer te fazer o comentário, nossa alguém só falta você achar alguém para casar. Mas minhas experiências me ensinaram que eu não devia ter presas para encontrar alguém e nem esperar por alguém para conquistar algo, mas isto para ser um incomodo para as outras pessoas.

Então quando resolvi e em uma clínica de fertilidade e realizar o meu sonho de ser mãe pois eu tinha condições para fazer isto sem a necessidade a ajuda de qualquer um, ouvi que estava fazendo errado que precisava de alguém ao meu lado para me ajudar, sim seria bem mais fácil mas eu não queria esperar alguém para realizar  meu sonho e não esperei.

Estava decorando o quarto de minha filha que nasceria em dois messes, já sabia que seria uma menina então montei o quarto que sonhara quando criança para ela, eu sabia que provavelmente quando ela ficasse mais velha provavelmente iria querer outra coisas mas naquele momento em que ela ainda não tinha gosto deixei meus sonhos infantis falarem mais altos estava satisfeita com todas aquelas mudanças e com todos os preparativos.

No final daquele dia para deixar o ego das pessoas que falavam que eu não conseguiria sozinha minha mãe veio passar alguns messes comigo, bom eu planejei como fazer tudo sem ajudar mas não sou burra para negar a ajudar de minha mãe principalmente na primeira semana e ela criara a mim e a minhas irmãs muito bem sozinha quando o meu pai faleceu, então não seria louca de não aceitar a ajuda dela, alias era o exemplo dela que me fazia ter certeza que seria possível fazer isto.

Mas a presença de minha mãe em casa me deu mais tempo pra mim, então um dia fiz algo que dês que engravidei não consegui fazer, quando sair do trabalho parei em um café, que tinha uma tipo de cappuccino que eu amava, normalmente eu compra  junto com um pedaço de bolo e comia sentada em uma das mesas, mas naquele dia peguei tudo em dobro para viajem, bom uma mulher gravida com uma barriga como a minha com dois cafés e dois pedaços de bolo não poderia dar certo.

Quando estava a caminho do carro eu não sei  o que exatamente como mas eu so vi o saco com os bolos caindo, sento o meu pés escorregando em algo no chão, eu o vire o pé cair no chão de bunda, seria uma queda besta me levantaria e  com raia de perder o café e o bolo, mas naquela altura da gravidez não era uma simples queda, senti um dor horrível na minha barriga, eu estava tão atordoada que não vi quem estava me ajudando minha preocupação era apenas com minha filha.

Alguém chamou uma ambulância os paramétrico falaram que minha bolsa estourou entrei em pânico eles precisaram me acalmar, a pessoa que me ajudou foi confundida como o pai da criança, ele ajudou os paramédicos a me colocar na ambulância pegou as minha coisas e partiu comigo par ao hospital  fui direto para a sala de parto fazer um cirurgia para minha filha sobreviver o estranho permaneceu ao meu lago o tempo todo. Me acalmei apenas quando segurei a minha bebê no colo, não pode segurar ela por muito tempo, mas quando o médico falou que ela ficaria bem finalmente me acalmei a enfermeira me falou que ia me dá um remédio para dormi.

Acordei algumas horas depois minha bebê não estava no quarto, me assustei o homem que ficou comigo não era um estranho era um colega de trabalho o único que realmente me apoio quando resolvi ter a minha filha, o único que me ajudou a montar os moveis da bebe se ofereceu para me ajudar a arrumar o quarto, assim que eu abri os olhos ele feio ao meu lado segurou a minha mãe e me contou tudo o que aconteceu disse que minha mãe já estava lá e estava com a bebe que estava bem mas precisava de atenção  para forma que ela nasceu. Ele permaneceu ou meu lado no hospital, em casa, ele ficou ao meu lado o tempo todo e não precisei pedir, ele ficou ao meu lado e eu me sentia bem com a presença dele, eu ganhei um novo amor minha filha um pai e as pessoas continuaram a reclamar que vivia a minha vida de forma errada.

white bunny plush toy
Foto por Burst em Pexels.com

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