O falsário.

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Um dia antes de iniciar em um novo trabalho aconteceram uma sequência de coisas que realmente ainda não sei disse ser foram boas ou ruins, sou enfermeira infantil trabalhava em um hospital para crianças com câncer, era um ótimo lugar para trabalhar, só havia um grande problema, as crianças, elas em sua maioria eram maravilhosas, carinhosas pouquíssimas faziam birras ou davam escândalo na hora de fazer os procedimentos, mas era crianças com uma doença seria e muitas vezes sem tratamento, as que precisavam ficar lá em sua maioria eram aquela não voltariam para suas casas, todos os dias eu presenciava a dor destes pais, destas famílias e mesmo sento a minha profissão dar o apoio para estas família chegou uma hora que foi de mais para mim.

Comecei a ficar deprimida e relativamente neurótica com os meus filhos com medo deles terem uma daqueles problema e qualquer coisa que eles sentiam já achava que eu iria viver aquele terror, então para a minha saúde e para melhorar a vivencia em minha casa eu deixei o hospital, não comecei a trabalha em seguida, tinha algumas economias e mesmo sento viúva, meu marido morrera um ano antes em uma assistente de carro, sabe acho que a dor de perder ele que me ajudou a ficar tão preocupada com as crianças, este era também um ponto eu precisava de um emprego que eu não tivesse que dar plantões para poder cuidar bem de meus filhos. Então consegui ficar seis messe sem trabalha, como dinheiro que recebi do seguro de vida de meu marido pode sair em uma viajem com meus filhos e pagar um tratamento psicológico para mim, precisava me recuperar antes de voltar a trabalhar.

Encontrei um emprego de meio período em uma clínica infantil, sim ainda poderia encontrar crianças muito doentes como no hospital porem não eram a sua maioria, a maior parte eram crianças fazendo exames de rotina ou com algum machucado rotineiro em crianças saudáveis e felizes que brincão e correm de um lado par ao outro. Achava que o hospital era o melhor lugar para me sentir realizando a minha profissão d a forma mais   satisfatória estava errada a clinica foi o lugar que me encontrei como enfermeira que me sentia bem com meu trabalho, mas isto não tem a ver com o dia anterior ao meu inicio nesta nova fase de meu trabalho.

No dia anterior a esta grande mudança, eu sair de uma consulta com a minha psicóloga ela acha importante eu ir ate ela aquele dia pois seria um momento de fragilidade, falamos sobre coisa que ainda me incomodavam além do que eu já havia conseguido mudar, existia apenas mais uma coisa que me entristecia a casa onde morava, meu marido morrera bem na frende da casa, ele estava saindo com o carro da garagem quando um carro dirigido por ladrões dobrou a esquina da rua, nossa casa ficava na esquina ela não deve como ver que o carro vinha e quem dirigia também não o vira, os ladrões baterão na lateral do carro que capotou duas vezes foi para três cassa na frende da nossa. Eu e meus filhos vimos tudo acontecer, e todo dia quando saio de casa me lembro desta cena e sei que os meninos também.

Mas trocar de casa não é algo fácil e muito menos barato, eu ainda tinha outra parte do seguro para receber,  com um valor maior que provavelmente iria permitir que eu desse entrada em uma nova casa, a questão era que esta parte segundo os meus advogados, minha irmã no caso, iria levar cerca de dois anos para sair isto se o julgamento dos bandidos não demorasse, o que eu tinha recebido até então era pela a perda do carro, que foi diretamente para o velho-velho.

Estava a caminho de casa após a consulta que não ficava muito distende de casa, entoa fui andando, uma quarta para frende do prédio estava a entrada de um novo condomínio de casa, fechado e com segurança privada, casa de diversos tamanhos um destes era ideal para mim três quartos todos com banheiros, uma sala espaçosa, sala de jantar e cozinha garagem para dois carros e um belo quintal nos fundos, eu sabia que casa em lugres assim eram caras e provavelmente nem quando o dinheiro do seguro saísse totalmente eu poderia comprar mas pensei por que não entrar e dar uma olhada?

Um dos corredores me levou primeiramente na maior de todas as casa, seis quarto com banheiros e closets, escritório no andar de baixo, sala de star de jantar e de jogos, cozinha além de um sótão amplo que poderia servir pra varias coisa, era mais um mansão do que uma casa, porem lá falei quais seriam as minhas necessidades, ela me levou para a casa que chamara a minha atenção do lado de fora, era linda e perfeita, maior que a minha, seria um bom lugar para os meus filhos, ela ficava próxima da área social com um parque logo na frende onde eles poderiam brinca e eu poderia velos pela janela da sala, a casa perfeita, o corretor me mostrou os valores e eles eram muito melhores do que eu imaginara, se eu vendesse a minha casa poderia comprar aquela, o valor do condômino não era alto pois havia uma área de aluguem comercial para suprir com as despesas e todas as lojas estivessem alugadas os moradores não precisariam pagar pelo o condomínio, e naquele momento estavam todas alugadas com contratos de três a cinco anos.

Talvez seria uma loucura muito grande iniciar em um trabalho novo e fazer uma dívida daquelas, mas aquela casa era tudo o que precisava para a minha saúde mental e principalmente para a saúde de meus filhos. Então assinei como corretor os papeis para reservar a casa iria no banco para abrir um financiamento para casa queria falar como meu gerente antes de iniciar o processo, o corredor queria que eu fosse fechar o negocio e ele iria iniciar o processo de financiamento, porem eu realmente nao sei por que eu quis muito ir ate o meu gerente o banco ficava do outro lado da rua literalmente, por que não dar um pulo lá.

Esta foi a minha sorte para não me dar um muito mal, cheguei no banco com a papelada, a minha gerente olhou para ela, pegou tudo e foi falar com um colega que pegou o telefone e fez um a ligação, a pessoa que me recebeu no condomínio não era um corredor e simum falsário que estava lá para roubar as pessoas, o banco ligou para polícia na mesma hora que felizmente conseguiu prende, que mesmo sabendo que eu iria ao banco com papeis falsos, ele permaneceu lá para tentar roubar outra pessoa.

Quando estava na delegacia prestando depoimento, o dono da construtora foi ate lá me agradecer, ele me contara que eu não fui primeira e nem ele foi o primeiro construtor a receber aquele infeliz, estes dias em que o local fica aberto atrais pessoas como aquela, porém é o dia que eles mais vendem, ele passou a fazer uniformes para os seus corredores o que fez com que eu não achasse que ele não era um corredor, porem ele conseguia roubar o uniforme de alguma forma para poder continuar com os seus crimes, quando construtor me falou o valor real da casa fiquei em choque seria impossível pra mim comprara.

Mas aí aconteceu a única coisa que eu tive certeza que ser algo maravilhoso, ele estava realmente agradecido pois eu não quis processar a construtora ele, afinal ele era uma vitima também, então me ofereceu o mesmo acordo que ele oferece para as pessoas que fora lesadas um desconto na compra da casa que eles desejavam, no valor que o falsário roubara delas, no caso ele iria me vender a casa no valor que o falsário me oferecerá.

Quando estava acertando as coisas com ele um dos policiais que estavam em minha casa no dia da morte de meu marido veio falar comigo, ele morava próximo de minha casa e acabei ficando amiga da esposa dele que me deu muito apoio após a morte de meu marido e me ajudou muito com meus filhos, acontece que o dono da construtora se lembrara do ocorrido e como o policial havia me perguntado sobre o meu novo empregos ele se interessou em saber o que tinha acontecido eu lhe contei tudo sobre o meu trabalho e como ele começou a me afetar e a afetar a forma como eu cuidava de meus filhos e que isto piorar muito após a morte de meus marido, e lhe falei que este era o motivo deu querer uma casa nova, pois não era fácil viver no local onde eu vira o meu marido morrer.

Ele ficou realmente convido com a minha historia e quis fazer mais, então ele simplesmente me deu a casa, sim ele ficou emocionado com o que me acontecera a ponto de me dar uma casa de presente, além de conseguir uma loja de moveis para fazer os quartos dos meus filhos como estes desejassem, o loja que fora paga por ele apenas pelos os quartos mobilhou toda a minha casa nova se eu aceitasse doar para caridade os noveis da minha antiga casa, o que fiz de bom grado, além de usar parte do valor da venda de minha antiga casa para fazer uma doação par ao hospital que cuidava de crianças carentes com diferentes problemas de saúde, eu ganhara uma casa precisava passar isto para frende de alguma forma.

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Foto por Pixabay em Pexels.com

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