Volte

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Já era tarde da noite, eu estava em minha cama, meu quarto tinha um grande janela que dava para a frente da casa,  quando tudo começou eu dormia profundamente, acordei com um barulho vindo da rua, passos de varias pessoas, meu cachorro começou a latir juntamente com todos os cachorros da rua, eu não queria me levantar tinha que acordar cedo no dia seguinte, olhei o relógio já era quase uma da manhã, então começaram a bater no portão de minha casa, dei um pulo da minha cama meu cachorro não latia mais estava em rolado em sua cama ele tremia de medo.

Fiquei parada no meio de meu quarto, as pessoas do lado de fora entoavam um cântico estranho que não conseguia compreender, me encostei na parede ao lado da janela, puxei a cortina para olhar, um grupo de pessoas encapuzadas estavam amoldadas na frente de minha casa, devia haver ali cerca de trinca pessoas, uma das que estavam mas na frente apontaram para a minha janela então todas aumentarão o cântico, então eu compreendi o que eles cantavam porem não sabia qual era o significado daquelas palavras que a sim que a compreendi o que eles cantavam eu comecei a fazer o cântico também.

“Artraz fratrun rotters itrair varller”  

Me afastei da janela ainda pronunciando aquelas palavras desconhecidas, cada vez que eu repedia eu começava a compreender melhor o significado daquelas palavras, as vozes na rua cantavam cada vez com mais alto com uma certa emoção na voz, felicidade, por algum motivo eu estava sentindo aquela felicidade também, vou então que compreendi completamente o que estava cantando.

“Volte a ser o que era antes

Assim que eu compreendi o que contavam eu sentir um calor nascer no meu coração, um calor que me causava uma dor insuportável, eu sentir este calor esta dor insuportável deixar o meu peito e se espalhar pelo o meu corpo eu já não cantava mais eu gritava desesperada de dor, ouvir sirenes alguém chamara a polícia, os cantos paravam gritos vinham da rua, mas a minha dor era cada vez maior já não ouvia mais nada apenas o meu próprio grito de dor.

Eu perdi a não do tempo não sei quando tempo fiquei no chão gritando de dor, se fiquei gritando ou se tinha me calado, cortei com meu cachorro me lambendo levantei sem sentir mais nada, não sabia se tudo aquilo era um pesadelo ou realidade, apenas que não estava mais em minha cama, me olhei no espelho me assustei aquela que refletia era outra, eu não era mais a mesma.

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