A corrida noturna

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Eu moro em uma cidade tranquila, um crime aqui é algo extremamente raro, as vezes me sinto morando em outro mundo quando vejo o noticiaria e as coisas que acontecem em outras cidades, e por conta disto eu tenho o habito que só é possível neste cidade de correr no parque durante a noite, a algumas quadras da minha casa em onde era antigamente fora uma grande fazenda de milho fora construído um grande parque com as mesma espécies de arvores que existiam aqui no passado, com trilha criadas entre elas para as pessoas caminharem no meio das arvores sem o risco de se perderem já que o locar e cercado e mesmo que você saia da trilha uma hora ira chegar na cerca e precisara apenas seguira para chegar  uma pequena cabana com mantimentos e uma telefone para pedir ajudar. Nunca vi tais cabanas não sou corajosa o suficiente para sair das trilhas, podemos não ter problemas com crimes porem animais selvagem percorre os arredores do parque e as cerca não estão ali para impedir eles de entra apenas para guiar aqueles que se perdem.

A noite estava calma as nuvens cobriam totalmente céu a brisa era suave e trazia aquele cheiro leve que indicava que uma chuva iria chegar em algum momento, por isto escolhi uma trilha curta, não gosto muito desta trilha pois é aquele mais pessoas usam e não sou a única que gosta de correr ou caminhar no parque a noite, fazer aquela trilha lhe impedi de fazer isto sozinho o que mais amo em minhas corridas noturnas e a solidão, eu preciso de momentos de solidão apenas com minha mente e com minha alma, então evito as trilha movimentadas, o motivo que me colocou naquela trilha era o mesmo que fez com que a maior parte dos corredores noturnos ficassem sem suas casas, passei apenas por uma pessoas da qual nunca conversei então não havia motivo para esta tentar me acompanhar e ela logo fora embora, eu achei que tinha tempo para mais uma volto, permaneci na minha corrida quando a chuva começou.

A chuva não iniciou de forma suave com um leve garoar e depois aos poucos se intensificou, ela se iniciou com gotas grossas fiquei encharcada no primeiro minuto, então continuei com minha corrida não poderia ficar mais molhada do que já estava. A chuva estava forte o suficiente para me impedir de enxergar muitos metros a minha frende, quando comecei a correr a noite meu pai me deu uma boné com de corrida com uma lanterna em sua aba, é um boné horrível mas este foi o último presente que ele me dera antes de morrer para um câncer de pulmão, nunca saio sem este boné a lembrança de meu pai é a única companhia que me permito em minhas corridas, naquele momento era algo extremamente útil, nunca havia usado a lanterna ate aquele dia ela tem carregador a luz solar estava com medo de não funcionar por apenas usa-la a noite mais ligou com uma boa luz.

Não sei se foi a lembrança de meu pai, mas naquele dia corri por mais tempo que o normal, ligar aquela luz me fez sentir que ele estava correndo ao meu lado aquela noite. Na minha segunda volta com a lanterna liga percebi que não era a única louco correndo debaixo daquele temporal uma luz na trilha a frende passou por mim, ver a luz me fez pensar que já estava na hora de voltar, mas precisava de apenas mais duas voltas para completar os meus quilômetros habituais. Encontre a luz novamente no mesmo lugar a pessoa devia estar parada diminui o passo para ver melhor mas havia muitas arvores entre uma trilha e outra, a trilha que eu estava na se cruzava com as outras tinha um formado oval apenas na entrada do parque, eu precisava ir para o começo da trilha para entrar naquela, continuei a minha corrida, não ouvia pedidos do socorro cossas do tipo.

No que seria a minha última volto encontrei a luz novamente no mesmo lugar, mas desta vez ela estava diferente estava avermelhada  ouvi um choro de criança, será que uma criança entrara no parque atrás das antigas lendas que falavam que em noite de chuva demônios e bruxas ia para o parque atrás de algum animal para sacrificar? Era possível ela podia de caído no meio de sua aventura, eu tinha a luz como pondo de referência para me guiar entre as arvores não poderia ignorar uma criança possivelmente ferida, andei com cautela por entre as arvores, o choro ficava mais alto conforme me aproximava porem não via nada. Entrei na nova trilha a luz estava na próxima, continuei até a última trilha a criança for tola o suficiente para ir até a cerca?

O choro continuava eu não podia ignorar, acionei o botão de socorro na minha bússola iria enviar um sinal para os vigias do parque, outro presente de meu pai. Continuei em direção a luz que começara a piscar estava rezando para a bateria da lanterna da criança não se acabar andes que eu a encontrasse, a chuva parou da mesma forma que começara sem aviso simplesmente não chovia mais, apresei o  meu passo sem a chuva era mais fácil ver o caminho cheguei no cercado. Não me surpreendi ao ver que a criança fora tola e ultrapassou o cercado.

Fiquei parada olhando para a luz que piscava, estava na dúvida se ia até a criança, eu tinha uma bússola poderia encontrar o caminho de volta, mas não espantaria os animais, então ouvi um grito de horror da criança, pulei a cerca e corri o máximo que pode, mas já estava cansada e minha pernas estavam sentindo o esforça a mais, cheguei na luz não havia criança ali ou qualquer sinal de uma. Um grito um pouco mais a frende corri na direção dele cheguei em uma campina um circulo perfeito, no centro dele um grupo de pessoas formavam um círculos, todos estavam sem roubas a criança estava no meio deles, eu volte para as arvores eu sabia que as pessoas que estavam de frente para mim haviam me visto.

Os gritos da criança aumentavam era de congelar os ossos, ela estava completamente horrorizada eu não sabia  o que poderia fazer para ajudar, eram cerca de dose pessoas ali eu não tinham chance alguma contra elas, ao mesmo tempo não conseguia ignorar os gritos de horror da criança. Eu precisava fugir elas sabiam que eu estava ali, conto me decidi em correr o caminho de volta  ouvi algo se aproximando cascos, vindos do lado oposto ao que eu estava, um boi enorme o dobro de um boi normal negro com olhos em fogos compreendi o horror da criança eu também quis gritar com esforço me contive colocando a minha mão sobre minha própria boca, então o boi olho fixamente nos meus olhos minha lanterna na cabeça ainda estava acessa que erro tolo, as pessoas do circulo deram passagem para o boi que começou a correr em minha direção, uma delas puxou a criança para fora do caminho, o boi estava quase sobre mim ele era rapto eu não teria muitas chances, me preparei para  o impacto eu sabia que era o meu fim.

Então uma forma humana de luz apareceu a minha frende pode ver apenas a silhueta não pode ver o que era ou quem era mais coração me dizia que era o meu pai, me salvando daqueles monstros. Eu aproveitei aquela que sem dúvida seria a minha última chance corria o caminho de volta estava tão apavorada que não lembrei da minha bússola, apenas corri o máximo que pode, meu corpo se esqueceu do cansaço o máximo que pode quando não ouvia mais os gritos da criança ou o boi a me prosseguir parei nunca havia sentindo o meu coração bater tão acelerado quando naquele dia, eu não tinha ideia de onde estava olhei a minha bússola sabia que o parque ficava ao norte da cidade, sabia que seguir a luz em direção ao norte, apenas não sabia em qual direção eu corria, o sinal de socorro ainda estava ativo, ficar parada e esperar seria o correto a fazer, mas eu precisava me distancia do boi e daquelas pessoas, continuei andar em direção ao sul.

Eu não sei por quando tempo andei, andes de desmaia, acordei como sol nascendo em uma cama em uma cabana uma daquelas a beira da cerca, um dos vigias me encontrara pelo o sinal de socorro, ele me levara para uma da cabanas esperava pelos paramédicos quando acordei, lhe contei o que aconteceu na floresta com campo, eu vi nos olhos deles que ele acreditava em mim, porem ele me disse que eu devia estar alucinado pela febre alta, ele olhou para o outro lado ao me disser isto depois implorou para que eu acreditasse nas palavras dele, e me fez jurar que eu jamais iria procurar aquele lugar novamente, em minha mente estava apenas a crianças alguém precisava resgatar aquela criança alguém teria que acreditar em mim e ir atrás daquelas pessoas e daquele monstro, mas quem iria aceitar que a minha historia era real e não uma alucinação causada pela febre alta?

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greyscale photography of person walking between trees
Foto por João Cabral em Pexels.com

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