A viajem para Praia.

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Coisas impossíveis podem acontecer, coisas loucas e que minguem acredita ser real antes de presenciar algo assim, eu passei a acreditar no impossível talvez através de uma das piores situações para que o impossível se tornasse possível.

Eu tinha meus dezesseis anos ganhara meu primeiro carro, um carro simples usado mas meu, ele era preto estava com a mecânica em dia, fora conferido pelo o meu pai um excelente mecânico ele conheci bem o carro e dono anterior que um de seus primeiros clientes em sua oficina mecânica. Eu era uma boa motorista tinha excelente notas e era considerada responsável pelos meus pais o que não era exatamente uma mentira, mas como qualquer adolescente tive os meus momentos de falta total de responsabilidade por estes motivos eu os convencia a permitirem que eu viajasse com minha irmã mais nova de quatorze anos para a praia.

Era uma viajem curto de cerca de três horas, então iriamos sair assim que saíssemos da escola, chegaríamos no hotel que meus pais escolherão para nós, por volta das seis da tarde se não precisássemos fazer qualquer parada na estrada, além de minha irmã irá comigo minha  melhor amiga e uma amiga de minha irmã. A viajem até o hotel foi animada, chegamos em uma hotel a poucos metros do mar, era possível ver o mar da janela de nossos quarto já que haviam apenas casas terias separando o hotel do mar, foi reservado dois quarto para nos cada um com duas camas grandes e uma bainheiro com bainha, era mais do que eu espera. O hotel era aconchegante os funcionários eram todos simpáticos eu estava feliz por meus pais confiarem em minha e extremamente animada quando minha irmã me pediu para trocar de quarto com minha amiga me jurando que ela e sua amiga não iria sair do quarto sem nos avisar e que não precisam de nos vigiando elas cair em sua conversa e na sua carinha de menina comportada que eu sabia ser falsa e a vi usando isto para enganar meus pais varias vezes, este foi meu primeiro ato irresponsável naquela viajem, este foi o primeiro passo que dei na direção do impossível.

Estávamos as quarto ansiosas para ir a praia e mesmo sabendo que já era tarde e perigoso entrar no mar naquela hora  em que o sol estava se ponto e o m ais sábio a se fazer seria nos refrescar do calor que fazia na piscina do hotel, fomos apenas caminhas na praia, mas vestimos nossas roubas de banho para isto. Caminho um pouco a beira mar, um grupo de locais estava fazendo uma fogueira um pouco a frente, eram adolescentes como nos aproveito o início do final de semana eles pareiam comemorar o aniversário de alguém, muitos diriam que este foi mais uma ato irresponsável meu , mas eram apenas adolescentes festejando e comemorando o aniversário de um amigo logo nos enturmamos com eles e estávamos comemorando o aniversário de nosso novo amigo.

Quando estava pensando em voltar para o  hotel para que pudéssemos aproveitar melhor a praia no dia seguinte vi que minha irmã estava em sua primeira paquera com um menino que devia ter os seus quatorze anos também, os olhares dos dois estava colados então não quis estragar o que poderia ser o primeiro amor dela, sei que aquele foi o primeiro beijo dela, ficamos na praia até quase meia noite eu a observei de longe estava feliz por ela, mas sem dúvida aquela foi a minha maior irresponsabilidade e o maior passo que dei em direção ao impossível.

Minha irmã ficou furiosa comigo quando a chamei para voltarmos para o hotel, ela caminhou apresada com sua amiga a frente, eu imaginava que ela queria contar cada detalhe para sua melhor amiga, foi assim comigo então não a recriminei por isto eu faria o  mesmo no lugar dela. Eu não sou do tipo de pessoa que deia na cama e dorme na mesma hora, tenho um sono leve e acordo varias vezes durante a noite, naquela noite dormi assim que minha cabeça encostou no travesseiro, acordei no dia seguinte  por volta das dez horas da manhã, eu nunca cordo depois das oito, olhe para a cama de minha amiga ela ainda dormia profundamente, levei algum tempo para conseguir acorda-la eu ainda não desconfiava mais ali o impossível já estava acontecendo.

Por algum motivo alguma coisa alertou o meu coração que algo estava muito errado, corri para o quarto de minha irmã aporta estava entreaberta a camareira estava arrumando a cama, eu perguntei sobre as pessoas do quarto ela me disse que o encontrou vazio. Desci correndo para o salão de jantar minha irmã devia estar lá tomando o seu café da manhã, não a achei lá nem a sua amiga, corri para a piscina nem sinal das duas, perguntei para o responsável do balcão ele me disse que não a viu passar pela manhã, todos os funcionários do hotel começarão a me ajudar a procurar as duas, então uma dos meninos que conheci na noite passada veio até mim. Ele devia ter um ou dois anos a mais do que eu, tinha cabelos raspados e pele levemente bronzeada pelo sol, olhos castanhos não costumo prestar  atenção na aparência das pessoas muito menos gravar em minha memoria mas eu jamais irei me esquecer dele, ela tinha um voz calma e suave mas a preocupação dele estava presente em sua voz.

-Você não devia deixar a sua irmão se envolver com aquele garoto, a família dele é conhecida aqui na região, as historias que se contam não são boas, eu o ouvi convidar a sua irmã para algo na casa dele, ele mora no morro atrás do hotel a casa no topo do morro, chame a policia ou os seus pais para irem com você é perigoso subir lá, as historias não são boas sobre aqueles que sobem o morro sem permissão, talvez você ainda encontre a sua irmã eu não teria muitas esperanças disto.

Ele se afastou de mim as presas não me deu tempo de lhe perguntar coisa alguma, mas o gerente do hotel que estava ao meu lado quando ele falou também se afastou na mesma hora, eu achei que o menino só queria me colocar medo e que o gerente pensou que o problema estava solucionado, sair com minha amiga na direção direta para o impossível.

Seguimos a estrada a beira mar até o morro quando nos aproximamos vimos uma estra estreita de terra impossível subir de carro, minha amiga parou ao ver a estrada ela eu sentir o que a deixou com medo mas eu não podia ficar parada, eu não a chamei quando iniciei a minha subida mas elas não ficou para trás. A estrava não era reta ela dava a volta no morro, por alguns momentos eu pensei em ignorar a estrada e seguir em linha reta mas eu não sabia exatamente onde ficava a casa as arvores eram próximas demais sem duvida me perderia entre elas o morro tinha um tamanho considerável se saísse da estrada eu poderia ficar perdida ali por horas.

Levamos algumas horas para subir pela estrada que ficava cada vez mais estreita até ficar impossível ficamos uma do lado da outra. O sol já estava começando a se por estava ficando escuro e as arvores juntas aumentavam a sensação de que o anoitecer logo cairia. Foi aí que passamos pela lateral de uma casa bem grudada com as arvores, na frente da casa um grande campo florido com a mar de fundo seria uma paisagem maravilhoso em qualquer outra situação.

Minha irmã estava parada a minha frente olhando para mim, um grupo de vinte pessoas formava um círculo ao redor dela todos sentados no chão sobre suas pernas todos vestiam uma túnica branca e transparente sem nada por baixo, o menino com quem minha irmã ficara estava ao lado dela de mãos dadas eram os únicos com túnicas vermelhas e a amiga dela estava sem roupas ajoelhada na frende deles. Minha irmã segurava uma faca o menino um cálice, o impossível começou a se formar bem na minha frende.

Em um golpe rapto com a faca minha irmã cortou a garganta da amiga, a expressão no rosto dela não mudou em nem um momento, o menino colocou o cálice na frende corte, encheu e passou para minha irmã que bebeu enquanto a amiga caia no chão aos seus pês depois ele bebeu, eu sentir um calor forte em meu coração, depois em minhas costas, depois em minhas mão, as pessoas começaram a se levantar davam os parabéns para minha irmã estavam comemorando aquilo era um momento especial feliz para eles, eu estava queimando cada vez mais não sei descrever o que eu estava realmente sentindo.

Uma mulher logo atrás de minha irmã passou por ela olhando fixamente para mim,  meu corpo ainda queimava, a mulher de cabelos longos e ruivos olhava para mim com um sorriso depois sua expressão foi mudando devagar, ela ficou intrigada depois o medo começou a surgir em seu olhar ela elevando a mão dela saiu um grande portal que se abriu ela gritou.

-Uma Fada de fogo corram daqui.

Algumas das pessoas olharam para mim com a mesma cara de pavor que a mulher ruiva, outras apenas seguiram a ordem dela, mas todos passaram pelo o portão minha irmã foi a ultima tive esperança que ela me veria e ficaria, que iria perceber o que vez, mas ela apenas sorriu ao me ver s foi para aporta. Então eu simplesmente voei para a porta, não rapta o bastante pois me assustei eu perceber que eu podia, eu perceber que assas de fogo nascerão em minhas costas, olhei para minhas mão as vi em chamas bate na porta chegada que desapareceu em seguida,  eu era a fada de fogo eu era o impossível.

 

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afterglow beach clouds dark
Foto por Cathy Durrence em Pexels.com

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