O crime Macabro.

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Meu trabalho me coloca no centro de coisas horríveis, coisa com as quais muitas vezes tenho pesadelos, já estou acostumada com o horror. Mas o que eu vi aquela noite passou dos limites que eu conhecia, o que eu vi aquela noite mudou tudo em minha vida, todos os crimes que já havia investigado até aquela noite não eram nada comparados com aquela cena.

Estava na delegacia, sou chamada apenas em casas de assassinado, mas não qualquer assassinado, mas aqueles realizados por assassinos que deixam a sua marca, aqueles assassinos que nunca matam apenas uma pessoa aqueles que deixam um rastro de dor e morte atrás deles. Sempre que um corpo aparece com indícios que pode ser de um assassino em serie eu sou chamada. Nos últimos messes felizmente fui chamada para casos que não se precisa ser um especialista para saber que era apenas um caso isolado.

Quando meu telefone tocou aquela manhã eu deixei a delegacia acreditando era mais um crime comum, um momento de raiva de alguém sem controle que não tinham qualquer intenção de matar. Cheguei no prédio vi alivia no rosto de alguns colegas quando cheguei no local, peguei o elevador um prédio de luxo, os crimes nestes locais acorrem normalmente em volta de alguns motivos ciúmes e dinheiro eram os motivos básicos nestes locais, dicções tolas onde alguém se descontrola e acidentalmente mata a outra pessoa.

Entrei na sala do apartamento não havia sinal de crime algum ali, tudo acontecerá no quarto, um casal em sua cama esquartejados, cada pessoa de seus corpos cordatos, nas parede desenhado provavelmente com o sangue da vítimas desenhos e símbolos que nunca virá na vida mas que me causarão arrepios, velas vermelhas e roxas foram colocadas por todos os lados, um círculo de sal entorno da cama, o peito do casal e na testa de deles fora entalhado um símbolo, algum animal com chifres dentro de um círculo.

Eu examinei cada pessoa das vítimas fotografei cada símbolos cada desenho nas paredes, para localizar o assassino estudei os tipos de corte e que tipo de arma pode deixar determinado tipo de corte, mas os membros daquela vítimas foram simplesmente arrancados como se alguém puxasse os braços e as pernas ate arrancarem do tronco, algo assim so poderia ser realizado com auxilio de uma maquia, oque naquela situação seria impossível, primeiro porque não havia espaço naquele apartamento para colocar a maquia, o sangue espalhado pelo o chão e para cama era a prova que o crime acorrera ali. Segundo estas máquinas deixariam marcas nos pulsos e tornozelos e não havia marcas destes tipos, apenas marcas causadas por apertos de mãos.

Volte para a delegacia atordoada  os vizinhos não ouvirão nada durante a noite, relataram que o casal era gentil com todos mas sossegados e reservados, recebiam visitas de poucos amigos, os vizinhos não sabiam disser se eles tinham filhos ou algum parente próximo, fiquei analisando as imagem enquanto meus colegas iam atrás de informações sobre o casal. Pesquisei sobre aqueles símbolos que encontrei na internet não consegui informações sobre eles em lugar algum. A única coisa que eu tinha certeza era que aquele não era um crime comum, parecia um ritual, enviei as imagens dos símbolos para a minha professora da faculdade ela era especialista em simbologia saberia onde encontrar informações sobre eles.

Estava muito intrigada com toda aquela situação não conseguiria ficar sentada na cadeira do escritório esperando uma resposta , resolvi levar os símbolos que pareciam ser os mais importantes até o padre da igreja próxima a delegacia, ele já me ajudará em um caso anterior talvez poderia me indicar alguma coisa para iniciar a investigar quem era o assassino. Ele me recebeu bem como da última vez, mas quando viu os símbolos me colocou para fora e falou que o melhor era não investigar e não ir atrás de quem fizera aquela coisa. A única coisa que tive certeza ali era que aquele era um crime religioso este sem dúvida era a minha especialidade aquele sem dúvida era o primeiro de uma serie de crimes isto se aquele realmente fosse o primeiro.

Assim que voltei para a delegacia pesquisei por crimes com aquelas características, encontrei em uma pequena cidade do interior, um crime igual aquele que acontecera a cinco anos aterás, outro a dês, quinze a vinte anos atrás em uma cidade do outro lado do pais, a vinte e cinco anos outro crime naquela cidade do inteira a cada cinco anos havia registros de crimes como aquele naquela cidade, consegui encontra mais oito casos naquela cidade e outro em uma cidade ao norte do pais, um grupo de fanáticos seria difícil identificar mas eu sabia onde era o centro das atividades. No dia seguinte viajei para aquela cidade.

Era uma típica cidade do interior pequena e cercada por fazendas, a delegacia não atendia apenas aquela cidade mas também a vizinha, tinham apenas um delegado e dois homens as celas estavam vazias os três jogavam cartas quando cheguei, o delegado pegou os arquivos que pediu, não estranhei eles não conseguirem investigar eles não tinha equipamento nem pessoal para investigar algo assim. Todos os casos eram um casal em seu quarto os corpo cordados da mesma forma e colocados na cama da mesma forma com os mesmo símbolos nas parentes e nos corpos, haviam mas fotos além das que foram colocadas no sistema então eu percebi que todos os casos acontecerão na mesma casa, verifiquei o endereço dos crimes estava certa. Pedi para o delegado me levar ate a local dos crimes ele me olhou assustado apenas com a ideia e falou com a voz tremula.

-Aquela fazenda e maldita, você está com as fotos do que aconteceu lá, minguem vai lá dês o último crime ela está abandonada dês então. Eu estive lá quando fomos chamados a filha mais nova do casal que encontrou os pais na manha seguinte, ela passará a noite na casa de uma amiga voltara logo cedo e encontrou os pais nesta situação, fui o primeiro a chegar ela chorava descontrolada na sala foi levada para um hospital psicológico nunca mais saiu de lá, tenho pesadelos até hoje com que encontrei naquela fazenda. O delegado anterior viu esta sena três vezes ele investigou tudo o que pode no primeiro e no segundo no após o terceiro deixou acidade, quando aconteceu a cinco anos eu liguei para ele, fui aconselhado a deixar isto para lá, eu não fiz isto porem não encontrei nada, volte para sua cidade não se envolva nisto não vale apenas.

Logicamente que eu não segui o que ele me pediu, fui até a tal fazendo nem dos policiais quiseram me acompanhar, a fazenda era bastante afastada da cidade a casa ficava próxima a uma montanha, a casa não parecia estar abandonada, um carro já estava parado na entrada uma homem estava a porta de entrada, era um homem velho devia ter cerca de cinquenta anos, ele foi até o meu carro quando me aproximei.

-Vocês que esta investigando o novo crime, desta vez foi na sua cidade não foi, a vinte anos foi na minha, foi o meu primeiro casa sem solução quando vi que o que aconteceu em sua cidade e que você pesquisou os casos antigos eu sabia que você também viria aqui, sou Jorge, você é a investigadora Katherine?

-Você esteve aqui antes? Encontrou alguma pista?

-Não pode entra na casa pessoas moravam aqui a vinte anos atrás, não consegui um mantando para entra mas os moradores ficaram muito incomodado em saber que outros oitos crimes acorreram na casa, eu não tenho duvida que aconteceu outros, esta cidade é pequena porem antiga, ela tem seus quinhentos anos para mais, tenho certeza que isto a algo recorrente dês sempre por aqui, os moradores não se aproximam desta casa, minguem gosta de falar sobre ela, se olhar os registros todas as vitimas foram pessoas de foram de se mudaram para cá por algum motivos, os moradores não veem para cá por motivo algum. -Olhei para casa depois para ele subi os degraus da varanda e fui até a porta ela estava broqueada com mateira assim como as janelas, me virei para ele e perguntei.

-Você acha que a cidade toda está envolvida nisto? – Jorge foi para o meu lado e falou com calma.

-Eu não vejo outra explicação, a cada cinco ano pessoas são despedaçadas em suas camas, as paredes tintadas com o sangue das vítimas símbolos que minguem conhece e que não encontramos o significado em lugar algum, sim, isto é, um culto e os moradores desta cidade fazem parte deste culto. – Me afastei da casa olhei para a montanha vi fumaça no meio das arvores um caminho ao lado da casa que levava para as montanhas.

Não falei nada par ao meu companheiro apenas segui pelo o caminho a ele levava para um trilha que levava para a montanha, Jorge me acompanhou, subimos a montanha pela trilha por cerca de uma hora, chegamos a uma casa no meio dela uma cabana, a frende dela uma campina sem arvores, um grupo de pessoas em um círculo, no centro um ser que não sei classificar, ele tinha um focinho que se assemelhava ao de um porto os olhos eram chamas vermelhas com dois chifres longos, o animal que não reconhecia no símbolo sem duvida era ele, as pernas eram longas como pernas de cavalo, o peito parecia humano assim como os braços, o medo que sentir ao velo foi algo que nunca imaginei sentir, fiquei paralisada ao vê-lo Jorge se colocou ao meu lado, o ouvi falar apenas uma palavra “corra”.

Aquela palavra me despertou descia montanha o mais rapto que pode, eu ouvi a coisa correr em nossa direção sem dúvida ele pegou Jorge não tive coragem de olhar para trás, mas meu coração sabia que ele ficou para segurar a coisa e me deixar correr. Quando cheguei a casa da fazenda entrei no meu carro o mais rapto que pode, dirigi ignorando a velocidade máxima fui direto para a delegacia contei o que aconteceu ao delegado. Ele não se surpreendeu comeu relado, olhou nos meus olhos e falou com calma.

-Eu lhe disse para volta para sua casa, faça isto agora, faça isto antes que ele vá atrás de você, Jorge não ira voltar volte para sua cidade minguem pode fazer nada por ele e minguem ira fazer nada por você se você ficar.

Subi no carro fui para uma cidade maior com uma delegacia maior parei na frente, pensando o que iria falar para conseguir ajuda, quem iria acreditar em meu relado? Enquanto estava lá recebi uma mensagem da minha professora da faculdade, uma mensagem curta e direta. –“Não se envolva nisto, você irá encontrar apenas a morte se ir atrás disto”

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person s hands covered with blood
Foto por NEOSiAM 2020 em Pexels.com

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